Mostrando postagens com marcador iWeb. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador iWeb. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 10 de setembro de 2013
iWeb - O curso de Web Designer da McTech Tatuapé - A escola mais moderna do Brasil !!!
11:05
Unknown
A McTech Tatuapé forma web designers completos que aprendem a editar imagens, criar sites, vídeos, animações em flash e DVDs, logotipos e programar em linguagens como HTML, ASP e PHP. Além disso, temos 5 módulos exclusivos: Google Analytics, SEO, Google Adwords, iOS para iPhone e Wordpress.
Faça parte da Escola mais moderna do Brasil !!!
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Photoshop - Um dos 18 módulos do nosso curso iWeb.
09:23
Unknown
O poder e a magia do Photoshop através de ferramentas surpreendentes.
O Photoshop, editor de fotografias mais usado e famoso, está passando por mudanças bastante importantes para os seus usuários com a adoção de um novo sistema de compra e utilização, a Creative Cloud. Agora, você paga por mês para usar os softwares da Adobe em planos mais acessíveis.
Você pode pagar por apenas um software ou vários, sendo que o preço sofre alteração para cada tipo de conta. Todas elas possuem acesso direto à rede Behance Network, um portal de divulgação artística voltado principalmente para designers.
O Photoshop continua bastante parecido com a sua versão CS6, sendo que poucos recursos foram alterados ou adicionados. Veja, por exemplo, este vídeo que saiu com o CS6 e mostra algumas mudanças que ainda estão presentes, como as opções da ferramenta de corte e a nova timeline, com efeitos de transição e possibilidade de adicionar trilha sonora:
Modos de Blur
Até a quinta versão do Photoshop, se você quisesse fazer uma imagem em estilo tilt-shift, era preciso criar uma máscara e trabalhar com o desfoque de uma forma complexa. A versão CS6 do software trouxe um filtro especial para isso que permanece no Photoshop CC; ele cria o efeito com apenas um clique e é totalmente personalizável.
Ainda é possível visualizar a máscara de edição e deixar o seu filtro tilt-shift exatamente como você deseja, mas agora isso é muito mais fácil. Além disso, existe a possibilidade de criar um filtro de blur com várias distâncias focais.
Ferramenta Crop
Não é possível imaginar muitas mudanças na ferramenta de corte inteligente, o “Crop”, não é mesmo? Mas a Adobe inovou mesmo onde não se podia esperar e trouxe melhorias para essa função desde a versão CS6, com algumas mudanças menores na versão CC.
Agora o “Crop” está muito mais intuitivo, principalmente na hora de ajustar a inclinação da imagem. Em vez de você precisar mexer na grade e depois ver o resultado, a fotografia é inclinada quando você gira o controle e é possível ver o resultado imediatamente.
Content-Aware Move e Redução de Vibração
Guarde bem o nome "Content-Aware Move — ele pode ser de grande ajuda para você! Com esse brush você pode mover objetos de lugar e o software completa o fundo automaticamente, sem a necessidade de usar a ferramenta “Clone” exaustivamente.
Um recurso exclusivo da nova versão do Photoshop, o CC, é a redução inteligente de borrados causados por vibração na câmera durante o disparo. Esse filtro procura estabilizar a imagem e consegue bons resultados em casos menos graves e que tenham uma boa iluminação. Veja o vídeo abaixo com um exemplo de uso:
Outras melhorias
Quem tira fotografias profissionalmente está bem familiarizado com a extensão RAW, uma espécie de “negativo digital”, um arquivo de imagem “cru” que precisa ser editado posteriormente. Normalmente, os fotógrafos tratam esse tipo de foto no Adobe Lightroom, mas o novo Photoshop CS6 traz opções bastante incríveis para este formato.
Outro aspecto que mudou é a edição de vídeo, que ganhou uma timeline com direito até a uma trilha de áudio. Adicione efeitos de transição de fade e monte os seus vídeos sem nem mesmo usar outro software. A ideia da Adobe é unificar os serviços básicos, para que você só precise abrir outro programa se for realmente necessário.
A janela do software não mudou muito, apenas alguns botões foram adicionados, fazendo com que a experiência de uso não seja prejudicada. Quem já usou o software antes não vai sentir um grande impacto visual, mas poderá aproveitar todas as melhorias da nova versão do editor de imagens mais famoso do mercado.
Faça parte voce tambem do nosso curso iWeb e domine esta incrível ferramenta essencial para os profissionais de web.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Adobe Fireworks - Um dos módulos do nosso curso iWeb !!!
09:09
Unknown
Se você é um usuário dos programas desenvolvidos pela Adobe, a atual versão de Fireworks certamente não vai decepcioná-lo. O Adobe Fireworks CS6 oferece, em sua mais recente atualização, recursos aprimorados de criação de layouts não apenas a sites; agora, o design e a funcionalidade de aplicativos para mobiles, por exemplo, poderá ser também melhorado através do uso deste software.
Prototipagem para smartphones e tablets, criação de gráficos vetoriais e imagens bitmap, mock-ups e a possibilidade de geração de traços em 3D são as grandes novidades desta tradicional ferramenta dedicada às melhorias estéticas e funcionais de interfaces digitais.
Além dessas novas funcionalidades, um sistema dinâmico de extração de códigos CSS está disponível; elementos como cor, fonte, gradiente e proporção podem ser agora copiados diretamente à planilha de trabalho de editores HTML (como o Adobe Dreamweaver CS6). Uma nova jQuery Mobile, performance otimizada de uso de ferramentas e a possibilidade de criação de extensões acessíveis a APIs são outras das propriedades de Adobe Fireworks CS6.
Como baixar?
Para realizar o download, instalar o programa e testá-lo durante 30 dias, você terá de acessar o aplicativo Adobe Criative Cloud e criar uma conta de registro. E não se assuste. Nenhuma grande complicação vai ser enfrentada durante esse processo. Siga os seguintes passsos e faça, em instantes, seu cadastro no banco de dados da Adobe.
Criando sua conta
Antes de baixar o Adobe Fireworks CS6 (ou qualquer outra atualização da desenvolvedora de softwares), você precisa ter uma conta cadastrada no sistema da tal empresa. Clique aqui, preencha os dados solicitados, marque a caixa "Li e concordo com os Termos de uso e a Política de privacidade da Adobe" e aperte então o botão "Criar".
Pronto! Agora já é possível acessar o espaço de downloads da Adobe Criative Cloud e baixar o Adobe Fireworks CS6.
Download
Ao selecionar a opção "Clique aqui para baixar", o aplicativo do serviço de direcionamento ao catálogo de programas disponíveis para testes será instalado em seu computador. Acesse então o Adobe Criative Cloud (que deve ter aparecido na sua Área de trabalho), insira seu login e senha e escolha, neste caso, o Fireworks, clicando em seguida em "Baixar Avaliação".
Aguarde alguns instantes até que o seu dowload seja concluído, execute as etapas tradicionais de instalação solicitadas pelo software e comece finalmente a explorar as ferramentas da mais recente versão de Adobe Fireworks CS6 por 30 dias.
Interface
A maioria dos softwares da Adobe possui um padrão bastante semelhante quando se fala em interface. E, mantendo a tal tradição, Adobe Fireworks CS6 mostra, à esquerda, uma barra lotada por diversas ferramentas de edição. À direita, informações sobre a mídia tratada e acerca do modo de edição utilizada são exibidas.
A aba superior do programa lista diversas opções de comandos. Em "Arquivo", por exemplo, é possível importar e exportar diversos formatos de mídias. Ao selecionar o botão "Exibir", você poderá personalizar, se este for o seu desejo, o layout de todo o programa. E o melhor: o idioma-padrão deste software é o português – o que evita maiores complicações na hora de "colocar o mouse para funcionar".
Pode ser que pessoas já familiarizados com versões anteriores do programa observem algumas diferenças no posicionamento de certas ferramentas. Ainda assim, as principais caracterísitcas e funcionalidades do programa podem ser facilmente encontradas.
Novos recursos
Para permitir uma personalização ainda mais dinâmica de imagens e layouts, agora você pode importar determinados pincéis do Photoshop. Assim, muitos dos “Custom Brushing” usados nesse outro editor da Adobe poderão ser também utilizados no Fireworks CS6.
E, conforme mencionado logo no início desta análise, ferramentas para a criação e otimização das propriedades estéticas e funcionais de aplicativos para tablets e smartphones foram também adicionadas ao programa. Traduza rapidamente projetos em CSS3 para sites, integrando-os também a plataformas mobiles.
Configure imagens em bitmap, vetores, wireframes e mock-ups de forma a manter a precisão e nitidez de cada pixel mesmo quando os arquivos forem exibidos em altas resoluções. Essas são, por óbvio, apenas algumas das implementações trazidas por esta nova versão de Fireworks CS6. Contudo, é certo que em pouco tempo pessoas mais experientes logo vão se acostumar com as novidades do programa, utilizando-as da melhor forma possível.
Faça nosso curso iWeb e domine esta maravilhosa ferramenta !!!
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Tableless - Um dos módulos do nosso curso iWeb !!!
09:50
Unknown
Tableless é uma forma de desenvolvimento de sites que não utiliza tabelas para disposição de conteúdo na página sugerido pela W3C , pois defende que os códigos HTML deveriam ser usados para o propósito que foram criados, sendo que tabelas foram criadas para exibir dados tabulares. Para a disposição da página o recomendado seria usar CSS.
Para desenvolver um site usando tabelas muitas ferramentas e desenvolvedores abusam de recursos como criar tabelas com células possuindo elementos com Gifs com um único pixel transparente apenas para manter a célula visível e forçar o layout da página ficar visualmente elegante, porém o código torna-se totalmente incoerente se comparado com o conteúdo do site. A W3C também não desaprova o uso de tabelas, desde que elas sejam utilizadas para tabular dados e não para formatar layout. Muitos navegadores travam ou exibem incorretamente formatações usando tabelas.
Pra quem ainda não conhece o termo tableless ou não sabe como usá-lo, eis aqui mais uma fonte para o aprendizado.
Desenvolver sites em tableless não significa apenas desenvolver sites sem utilizar tabelas, mas sim em seguir padrões e utilizar tabelas onde é necessário.
Vamos entender o porquê que antigamente os desenvolvedores utilizavam tabelas ao desenvolver.
Vamos entender o porquê que antigamente os desenvolvedores utilizavam tabelas ao desenvolver.
No início da web os navegadores eram poucos: Netscape, Mozaic e Lynx. E pra atrapalhar a vida dos desenvolvedores a Microsoft lança mais um concorrente, o Internet Explorer. Após o lançamento do IE’ca, Netscape declara guerra a fim de buscar adeptos. Guerra essa que ficou conhecida como “Guerra dos browsers”.
Como a W3C ainda não tinha seus padrões definidos, os navegadores foram lançados com padrões próprios.
Como a W3C ainda não tinha seus padrões definidos, os navegadores foram lançados com padrões próprios.
Os browsers tinham seus próprios padrões… Já os desenvolvedores não conseguiam criar um único código que funcionasse nos dois navegadores. Por este motivo, eles eram obrigados a desenvolver, na maioria das vezes, para apenas um browser.
Isso trouxe mais um problema, agora para os usuários. O usuário que usava Netscape, não conseguia acessar sites que eram feitos para Internet Explorer, e vice-versa.
— Tableless
Como não havia os padrões de CSS para auxiliar na parte gráfica, restou recorrer para o modo tabelado, ou seja, utilizar tabelas para estruturar o site e slices de imagens para compor o design.
As diferenças
A forma de escrever o código muda muito e favorece a técnica tableless, vejamos a forma antiga:
Como disse no quarto parágrafo, utilizar tabela aninhada (uma dentro da outra) era a única forma que havia para se estruturar o site. Naquela época isso era “lindo”, já hoje…
Agora vejamos a forma atual:
Note que não há tabela neste trecho de código. Como disse anteriormente, desenvolver em tableless não significa não usar tabelas, mas sim utilizar em seu devido lugar.
A grande diferença entre uma técnica e outra é que desenvolver em tableless faz com que seu site seja cross browser, ou seja, independente do navegador que o usuário estiver utilizando, teu site será acessível.
Agora, se ele vai ficar 100% idêntico em todos os navegadores são outros 500. Daí você deve estar se perguntado: “mas por quê?” Simples! Porque cada navegador tem seu próprio renderizador de código e cada um reage de uma forma; tem seu próprio espaçamento de caracteres e algumas outras diferenças bobas que talvez podem lhe trazer problemas.
Que saber mais, venha e faça parte da McTech Tatuapé !!!
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Google Analytics - Um dos módulos do nosso curso iWeb !!!
11:43
Unknown
Google Analytics é um serviço gratuito e é oferecido pela Google no qual, ao ativar-se o serviço por intermédio de uma conta do Google, e ao cadastrar-se um site recebe-se um código para ser inserido na página cadastrada e, a cada exibição, estatísticas de visitação são enviadas ao sistema e apresentadas ao dono do site. Foi criado principalmente como um auxilio aos webmasters para otimizar seus sites para campanhas de marketing e para o Google AdSense.
O sistema foi modelado com o sistema de estatísticas Urchin, da Urchin Software Corporation, adquirida pela Google em abril de 2005. Ainda hoje o sistema Urchin original para instalação em computadores é vendido pela Google como um novo pacote.
Recursos
O Analytics é capaz de identificar além da tradicional taxa de exibição e hit de uma página, localização geográfica do visitante, forma com a qual chegou na página (através de links de outros sites, buscador, AdSense ou diretamente pelo endereço), sistema operacional, navegador, navegador e sistema operacional combinados e suas versões, resolução de tela, Java_(linguagem_de_programação), reprodutor de flash instalado, entre outros, em períodos diários, semanais, mensais e anuais.
Embora muitas pessoas vejam o Google Analytics apenas como uma ferramenta de monitoramento de tráfego essa ferramenta na verdade funciona como uma poderosa ferramenta para tomada de decisões em negócios relacionados à Internet.
Tecnologia
O Sistema conta com um breve código javascript em cada página do site que o visitante acessar. Este código envia os dados ao Analytics, que, por sua vez, os transmite ao dono. A cada novo site cadastrado no sistema, o Google Analytics varre o código-fonte em busca do código fornecido. Caso não encontre ele continua acessando a página periodicamente até encontrar a seqüencia de caracteres prevista. Caso não encontre-a, o sistema não fornecerá dados ao cadastrante. Isto serve como uma forma de confirmar que somente o dono da página cadastre seus sites e somente ele tenha acesso aos dados.
iWeb só na McTech Tatuapé !!!
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
SEO - Um dos módulos do nosso curso iWeb.
09:43
Unknown
O significado de SEO é Search Engine Optimization. Em
português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas.
O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro)
para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da
utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma
página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por
“Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem
garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique
em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de
busca como o Google ou o Yahoo.
O SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes
dela, a organização do links em uma páginas de resultado era alfabética como
nos diretórios web. Na nova geração de ferramentas de busca, o posicionamento
passou a depender da relevância. Esta relevância é definida por algoritmos, que
são cálculos que servem para definir o quanto uma página é importante. Um dos
mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank.
Os fatores que influenciam o posicionamento das páginas são
guardado a sete chaves pelos site de busca. Porém, ao longo do tempo, foi
possível identificar as melhores práticas que se resumem em empregar o bom
senso na criação e estruturação de um site. O SEO também depende da palavra-chave
que é o termo que você usa em um busca. Dependendo de quais palavras você
utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes.
O SEO pode ser dividido em duas partes. Fatores internos e
fatores externos. Os internos são relacionados ao site. Alguns exemplos são
urls claras, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a
correta utilização das tags html que é linguagem utilizada para construir
páginas web. Já a parte externa analisa como os outros sites se relacionam com
o site. Os exemplos são quantidade de links apontando para o site, quais sites
apontam o site e o conteúdo do link apontado. Dependendo destes fatores, as
páginas são pontuadas pelos sites de busca para que ele possa determinar a
relevância da pagina e quais as palavras-chave relacionadas a ela. O Google
utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 que é o PageRank.
Existe também o lado negro do SEO conhecido como Black Hat
Seo. Nele, são utilizadas técnicas que tentam enganar os algoritmos das
ferramentas de busca para melhorar o posicionamento da página como uso de texto
invisível ou de exibir conteúdo diferente para pessoas e sites de busca. Quando
descobertos, os sites de busca podem punir os sites que utilizam estas práticas
diminuindo a importância do site ou chegando a excluí-lo da sua busca.
Não se deve confundir o SEO com links patrocinados, pois no
segundo você pode pagar para ter a garantia de ficar na frente de outros
resultados, podendo ficar até em primeiro se estiver disposto a pagar o preço.
Conheça algumas ferramentas SEO que podem ajudá-lo no
processo de otimização do seu site.
GOSTOU??? VENHA FAZER PARTE DA MCTECH TATUAPÉ E DOMINE ESTA MARAVILHOSA FERRAMENTA !!!!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Adobe Dreamweaver - Um dos módulos do nosso curso iWeb !!!
09:23
Unknown
Adobe Dreamweaver é o famoso aplicativo de web design desenvolvido pela gigante Adobe, com o objetivo de oferecer uma ferramenta para a modelagem de páginas da internet.
O programa conta com uma interface limpa e simplificada, com ferramentas e recursos de edição visual e suporte completo ao HTML5, CSS3 e jQuery.
Além disso, o aplicativo está integrado ao Creative Cloud, fazendo com que você receba as atualizações mais recentes no momento em que elas são lançadas. Da mesma forma, devido a esse recurso também é possível compartilhar projetos diretamente na aplicação e receber feedback de outros profissionais.
Baixando a aplicação
Após acessar o link do Baixaki, é realizado o download do pacote Creative Cloud e é preciso fazer a instalação do aplicativo normalmente. Uma vez concluído o processo, você deve realizar o login com o seu ID da Adobe. Se você ainda não tiver uma conta, ela pode ser criada diretamente na tela da aplicação.
Assim que você efetuar o login na sua conta, procure o Adobe Dreamweaver na lista de programas e clique em “Instalar”. Feito isso, o procedimento é iniciado imediatamente e você pode acompanhar o andamento da operação por meio da barra de progresso exibida na tela.
Facilitando o desenvolvimento
Para quem ainda não conhece o produto, se trata de uma solução integrada para desenvolver conteúdo web. A interface do programa é moderna e possui uma organização adequada, destinando a porção central para a inserção do código. Além de você trabalhar com a sintaxe propriamente dita, o aplicativo também conta com um setor de design visual no estilo WYSIWYG.
Na lateral esquerda da tela são dispostas algumas ferramenta comumente utilizadas na forma de botão, embora vários recursos estejam disponíveis também na parte direita da tela e nos menus. O programa conta com suporte a várias tecnologias, estando entre elas HTML, CSS, LESS, SaSS, JavaScript, PHP e XML.
Recursos do programa
O programa conta com um editor de CSS com atualizações em tempo real. Dessa forma é possível observar os resultados do seu trabalho enquanto você edita o código, evitando o retrabalho ou ter que retomar determinada parte posteriormente para fazer ajustes. Outro recurso interessante é o layout de grade fluído, ideal para o design de projetos exibidos em telas de tamanhos diferentes (como quem desenvolve para desktops e smartphones, por exemplo).
Além disso, você pode utilizar os recursos da Adobe Edge Web Fonts para fazer uma tipografia única e adequada ao site que você precisa modelar. Devido à integração com o Creative Cloud, também é possível importar composições diretamente do Edge Animate e de outros produtos da Adobe.
O programa possui suporte também à sincronização das suas configurações, permitindo que você acesse os seus arquivos e definições de site em qualquer computador na qual ele esteja instalado. Para quem trabalha com projetos em dispositivos móveis, o Adobe Dreamweaver também apresenta suporte ao PhoneGap Build.
Assim, você pode converter páginas em HTML existentes para aplicativos móveis, com compatibilidade para Android e iOS. Da mesma forma, é possível criar sites dinâmicos tendo como base sistemas de gerenciamento de conteúdo como o WordPress, Drupal e Joomla!. Além disso, o programa conta com um serviço de validação de marcação do W3C.
Dessa forma, você garante que as suas páginas estejam bem desenvolvidas e corretamente adequadas aos padrões oficiais.
Conheça este maravilhoso programa e outros em nosso curso iWeb !!!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
IOS para iPhone e iPad - Um dos modulos do nosso curso iWeb !!!
10:16
Unknown
Aprenda a criar apps para rodar no iPhone ou iPad e lucre com isso !!!
Como alguém pode ganhar dinheiro fornecendo programas gratuitos para smartphones? Apesar de parecer contraditório, a partir dessa ideia muitas empresas e desenvolvedores se sustentam com esse tipo de modelo de negócio. Para explicar como esses fatores opostos funcionam bem no mercado de aplicativos, o UOL Tecnologia consultou alguns especialistas no assunto.
Para provar que ‘software gratuito’ pode resultar em lucro, em pesquisa recente do Gartner, a instituição previu que a tendência é que 81% dos programas móveis baixados até o fim do ano serão gratuitos. Mesmo assim, esse mercado vai movimentar US$ 15,1 bilhão – no ano passado foram US$ 5,2 bilhões.
Existem companhias que fazem aplicativos gratuitos, mas que são bancados por outras empresas (por exemplo: um cardápio para uma linha de restaurantes fast food). No entanto, fora essa maneira, há três outras formas de ganhar dinheiro com programas ‘gratuitos’ em loja de aplicativos. Confira abaixo:
Propagandas
A primeira forma consiste no fato de o desenvolvedor, com o programa pronto, incluir no código do programa scripts que vão mostrar propagandas durante a execução. Os sistemas mais utilizados são o do Google (Admob) e o da Apple (iAd).
Apps gratuitos
Saiba como funcionam os links patrocinados
'Empresários do clique' aproveitam navegação dos internautas para ganhar dinheiro
Gartner estima que mobilidade movimente US$ 15 bilhões em 2011
Uma vez que o criador do aplicativo se submeter a um desses sistemas, a cada clique na propaganda durante a execução do programa, ele ganha uma porcentagem – geralmente centavos de dólar. O processo é parecido com serviços de afiliação utilizados em sites.
Um exemplo é o aplicativo Sorte!, da desenvolvedora brasileira Fingertips. Ele mostra combinações para quem gosta de jogar na loteria, após um chacoalhão no celular.
Logo na tela inicial, ele apresenta um banner com uma propaganda. “Apesar de não render muito, esse aplicativo serviu para mostrar ao mercado as possibilidades que o iPhone proporciona”, disse Pedro Milanez, gerente de tecnologia da Fingertips, explicando que o “Sorte!” foi um dos primeiros apps brasileiros.
Alguns aplicativos, como o Twiterrific (cliente Twitter para iPhone), utilizam o mesmo artifício. A Iconfactory, que desenvolve o programa, disponibiliza uma versão gratuita com propagandas e outra paga, com alguns recursos a mais e sem publicidade.
Patrocínio
Outra forma é por meio de investidores. Os mais frequentes são os investidores chamados angel (anjos, em inglês), que colocam dinheiro em uma empresa – mesmo sem ser um negócio lucrativo a princípio – por acreditarem que o projeto algum dia vingue. Esse tipo de negócio é muito comum em empresas nos Estados Unidos. Ainda que em um primeiro momento pareça algo estranho, há várias companhias que seguem esse modelo de negócio.
É o caso do Instagram – programa que adiciona filtros a imagens tiradas no iPhone. Gratuito, o aplicativo começou bancado pelos dois fundadores (o brasileiro Mike Krieger e Kevin Systrom) e depois recebeu aporte de investidores. No começo do mês, a empresa, mesmo sem ter um modelo de negócio lucrativo, teve um investimento de US$ 7 milhões feito por um grupo.
Apesar de não ser diretamente da área de aplicativos, o Twitter também começou da mesma forma. A princípio a rede social não tinha formas diretas de ganhar dinheiro (hoje já tem os tuítes patrocinados) e, mesmo assim, pela relevância recebeu propostas de compra do Google e do Facebook recentemente. Estima-se que a empresa valha US$ 10 bilhões.
“Nesses casos, é interessante notar a importância que alguns investidores dão para informação. O Twitter tem milhares de usuários, porém ninguém sabe direito o que fazer para ganhar dinheiro. O mesmo acontece, em escala menor, com o Instagram”, analisou Milanez, da Fingertips.
‘Bônus’ pagos
Por fim, uma maneira que não é ‘completamente grátis’, mas surte efeito: é "In-App Purchasing” (compra dentro do aplicativo, em tradução livre) praticado nas loja de aplicativos da Apple. Isso consiste, basicamente, em liberar uma versão do aplicativo gratuita e, após certo nível ou tempo de uso, oferecer recursos mais avançados por um preço.
Reprodução
Após 10ª fase, jogo Boliche Medieval oferece outros níveis sob pagamento de US$ 1,99
Um dos exemplos desse tipo de ‘monetização’ é o jogo Boliche Medieval. Até a fase 10 do jogo, que tem como objetivo derrubar pinos de boliche, o aplicativo é gratuito. Após chegar nesse nível, o usuário tem a opção de baixar os outros níveis pagando US$ 1,99 no ambiente de aplicativos da Apple.
“Logo na primeira semana conseguimos pagar o investimento feito para o desenvolvimento do aplicativo”, disse Pedro Paulo, diretor de operações da Netfilter, que desenvolve o Boliche Medieval. O programa figurou, recentemente, na lista de aplicativos mais baixados da App Store brasileira. Ao todo, segundo Paulo, foram gastos cerca de R$ 30 mil.
Esse modelo de negócio, além de ser muito utilizado em jogos, também encontrou mercado em aplicativos para revistas no iPad. A maioria delas é gratuita até certo ponto e, depois, passam a cobrar por algum conteúdo especial ou para ler uma matéria inteira
Matricule-se já no nosso curso iWeb e aprenda a criar seus proprios apps !!!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Adobe Flash Professional - Um dos módulos do nosso curso iWeb !!!
09:00
Unknown
O Adobe Flash Professional é um ambiente de criação perfeito para produzir diversos tipos de conteúdos animados e interativos para sites, softwares e aplicativos portáteis.
Sabe os infográficos que você vê no Tecmundo? Então, eles são excelentes exemplos do que se pode produzir com este aplicativo, desenvolvido pela mesma esmpresa dos consagrados Photoshop, Illustrator e Premiere.
Como de praxe, a Adobe lançou uma nova versão do programa. Todavia, parece que os objetivos para a evolução plena do software não foram alcançados. O novo Adobe Flash Professional ficou classificado como versão intermediária, motivo pelo qual não faz parte do pacote CS6.
Ao que tudo indica, o esta versão é uma parte do que veremos no Flash Professional CS7. Contudo, quem não esperava por novidades, pode acreditar que a nova versão do software vem recheada de surpresas. Entre os principais destaques, estão: o suporte para fixação de cinemática inversa, a rasterização de símbolos e o desempenho melhorado.
Como baixar?
Para baixar o Adobe Flash Professional você deverá ter instalado em sua máquina o Adobe Download Assistant. A desenvolvedora do aplicativo adotou esse método de transferência para evitar congestionamentos no servidor e obter estatísticas precisas sobre os downloads.
Ao pressionar o botão “Clique para Baixar”, você é redirecionado para a página de download do Flash Professional. Nela, você deve selecionar o idioma desejado para o programa e clicar em “Download now”. Com isso, o gerenciador de download mencionado acima é salvo.
Em seguida, execute o arquivo baixado, o qual baixará o conteúdo que efetivamente será usado pelo editor da Adobe. O tempo de download varia de acordo com a velocidade da sua conexão com a internet. É válido salientar também que você precisa ter uma conta ativa nos serviços da empresa. Caso você ainda não possua uma, clique aqui para fazer o seu cadastro.
Modelos prontos
Se você nunca usou o Adobe Flash Professional, os modelos prontos serão ideais para uma primeira experiência. Logo na tela inicial do programa, você poderá criar um novo documento baseado em um dos modelos disponíveis. São arquivos com animações básicas, que exibem desde uma vela com uma chama oscilando até uma paisagem que desaparece com um efeito bem simples.
O Adobe Flash Professional oferece modelos pré-programas no Adobe AIR para Android (apps baseados nesse outro produto da empresa), animações, apresentações, arquivos de amostra, banners, projetos de publicidade e players simplificados para a reprodução de conteúdo multimídia.
Efeitos e Ferramentas
O Adobe Flash Professional é um aplicativo que vem preparado para fornecer ferramentas que possibilitem criar textos, desenhos, botões e muito mais. Para realizar tais tarefas, o aplicativo necessita de recursos eficientes e fáceis de usar – características que são perceptíveis no programa.
Para desenhar, o Flash Professional traz ferramentas avançadas de design, formas inteligentes e uma enormidade de opções para que você não tenha que ficar sofrendo na hora de criar suas ilustrações. É possível utilizar recursos automatizados para rotação de objetos, ampliação e movimentação tridimensional.
Para completar suas animações e ilustrações, você pode adicionar efeitos visuais a qualquer elemento que será reproduzido. O aplicativo ainda oferece recursos intuitivos para a aplicação desses efeitos. O melhor disso tudo é que todas as configurações são realizadas separadamente, de modo que você sempre tem controle sobre cada efeito.
Criando e animando ao mesmo tempo
Um grande recurso implementado no Flash Professional CS6 é a “Ferramenta de Desenho Deco”. A novidade traz diversos pincéis inteligentes que possibilitam a realização de desenhos com facilidade. Contudo, o grande chamativo desse novo recurso está nas animações automáticas, que são interpretadas com o movimento do mouse.
Isso mesmo, você pode escolher o pincel com a textura de “Fogo”, por exemplo, e o aplicativo interpretará, automaticamente, que a chama do pincel deve se movimentar junto com o mouse. Genial? Na realidade é um pouco mais do que isso, porque alguns pincéis possibilitam criar objetos de forma ainda mais fácil. Afinal de contas, nem tudo no Flash se trata de animações.
Alguns desses pincéis são dedicados para a criação de objetos estáticos. Todavia, com a “Ferramenta de Desenhos Deco”, você é capaz de criar prédios com diferentes texturas, apenas criando a base e então puxando a parte superior para cima. Assim, em questão de minutos seu projeto estará repleto de elementos estáticos que são perfeitos para um cenário.
Suporte para fixação de cinemática inversa
Uma das ferramentas mais geniais do Adobe Flash Professional é o recurso “Bone”. Com ele é possível delimitar as ações de determinados objetos. O nome da função foi concedido a ela justamente por sua serventia na articulação de “ossos”.
A partir do Adobe Flash Professional CS6, essa ferramenta garante a possibilidade para a criação de extensões por camada e definição de movimentos complexos. Dessa forma, é possível definir quais movimentos são possíveis em uma animação, sem ter de ficar sofrendo com a utilização de múltiplas ferramentas.
Rasterização de símbolos e melhor desempenho
Uma grande novidade do Adobe Flash Professional é a rasterização (transformação dos objetos do Flash para imagens bitmap) de símbolos na tela. Com tal funcionalidade, você pode criar animações mais leves para dispositivos portáteis e exportar os resultados de um projeto para um arquivo mais compacto.
Outra ferramenta que deve ajudar muito é o “Inspetor de propriedades”. Esse recurso possibilita melhorar o desempenho do processador enquanto o Adobe Flash Professional estiver em execução. Além disso, é possível gerenciar o modo como o aplicativo utiliza a bateria e faz a renderização em dispositivos móveis.
Salvamento automático e compilação incremental
Quem já utiliza o Adobe Flash Professional tem mais um motivo para adotar a nova versão do aplicativo. O programa agora efetua o salvamento automático dos projetos. Isso quer dizer que você não vai ter arquivos corrompidos quando houver uma falha no PC ou quando acabar a energia.
Outra função interessante deste programa é o cache de recursos. Esse mecanismo permite que você reduza o tempo de compilação de documentos que usam fontes e arquivos de som incorporados. Também serve para implantar, com alta velocidade, conteúdos sofisticados.
Ampliação do suporte para HTML e novas plataformas
Uma das novidades da versão CS6 é a ampliação de suporte para conteúdos em HTML. O programa passou a contar com uma nova extensão para a construção de páginas e elementos nessa linguagem. Além disso, o Flash Professional está mais compatível com o Adobe AIR do que nunca, o que facilita o desenvolvimento de ambientes suportados por plataformas móveis, como o Android e o iOS.
Esta edição do software ainda conta com um módulo de pré-carregamento dos conteúdos, simplificando os testes de aplicativos recém-criados e possibilitando que tais conteúdos sejam executados sem a necessidade de downloads adicionais.
Entre as funções acrescentadas, estão a simulação de interações comuns de aplicativos móveis, a orientação da tela, o reconhecimento de gestos e toques e a adaptação aos efeitos do acelerômetro.
E muito mais!
Além de todas estas novidades incríveis, o Flash Profissional CC apresenta uma série de reformulações pontuais que tornam o programa muito mais rápido e ágil. Confira!
O Flash profissional mais conectado
O Flash Profissional CC faz parta da Creative Nuvem, o que significa que você terá acesso a todas as atualizações mais recentes e futuros lançamentos no momento em que eles estiverem disponíveis. Você pode usar o recurso para manter seus arquivos organizados em vários computadores. Além disso, Creative Cloud é integrado com o Behance para que você possa compartilhar seus projetos e obter um feedback imediato de pessoas do mundo todo.
Versão 64-bit reformulada
Reprojetado a partir do zero, a versão 64 bits do Flash Professional CC é mais modular e oferece velocidade e estabilidade sem precedente. Você poderá gerenciar vários arquivos grandes ao mesmo tempo, publicar com maior velocidade e experimentar uma linha do tempo mais ágil.
Exportação em alta definição
Exporte todo o conteúdo criado com qualidade de áudio e vídeo em alta definição, mesmo a partir de timelines complexas ou animações orientada por roteiro – tudo sem deixar cair frames.
Publicação HTML melhorada
Seja mais criativo com o suporte ampliado ao HTML5, usando o Toolkit atualizado para CreateJS, que inclui novas funcionalidades para os botões, áreas atingidas e curvas de movimentos.
Interface de usuário simplificada
Concentre-se com mais clareza em seu conteúdo com uma interface de usuário simplificada. As caixas de diálogo e painéis agora são mais intuitivas e fáceis de navegar. Escolha entre uma interface de usuário clara ou escura.
Teste e depuração via USB
Teste e depure o seu conteúdo em menos etapas, ligando vários dipositivos móveis tanto iOS quanto Android diretamente no seu computador através das entradas USB.
Editor de códigos poderoso
Escreva códigos mais eficientes usando o novo editor de códigos, construído com a biblioteca open source Scintilla. Pesquisa em vários arquivos usando um novo painel de localizar e substituir para atualizar o código mais rápido.
Desenho em tempo real
Veja previews completos instantaneamente – com cor de traço e preenchimento – como desenhar, usando qualquer uma das ferramentas de forma no Flash Professional. Seus projetos vão tomar forma mais rápida do que nunca.
Timeline que economiza tempo
Gerencie propriedades em várias camadas selecionadas no painel da linha do tempo. Você poderá trocar símbolos ou imagens de bitmap com facilidade nos estágios. Selecione vários objetos em uma camada e distribua-os com um único clique.
Área de transferência ilimitada
Gerenciar facilmente grandes backgrounds ou os conteúdos que estão posicionados fora da área de trabalho e da área de transferência de forma ilimitada.
Detecção de problemas em códigos
Detectar possíveis problemas em seu código no início o seu trabalho através da integração com Scout, uma ferramenta que oferece perfis avançados e análise de itens como CPU, GPU, uso de memória e desempenho.
APIs de metadados personalizados
Layouts de design, caixas de diálogo, os ativos do jogo, ou níveis do jogo usando um novo conjunto de APIs JavaScript.Atribuir propriedades a esses elementos como criá-los no Flash Professional.
Quer dominar esta maravilhosa ferramenta? Faça o curso iWeb na McTech Tatuapé!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Adobe Illustrator - um dos módulos do nosso curso iWeb.
09:03
Unknown
Adobe Illustrator CC é o programa para ilustração gráfica do pacote Creative Cloud, da Adobe. Um dos mais famosos deste pacote, ele é também um dos mais populares aplicativos do gênero em todo o mundo.
A Adobe acaba de lançar uma atualização para seu pacote, renovando diversos programas e adicionando uma série de novidades a todos eles. Não somente correções de bugs, mas diversos recursos novos estão presentes neste serviço, dando ao usuário ainda mais opções para a realização de ilustrações.
Aqui você confere algumas dessas novidades e pode fazer download da versão demonstrativa, ideal para provar daquilo que o programa oferece antes de investir no licenciamento da ferramenta.
Gerenciamento de fontes
Um dos novos recursos é o Touch Type, que permite a manipulação de caracteres de forma individual. Assim, quando você escreve algo no Adobe Illustrator CC, pode manipular cara item como se eles fossem figura. Mover, redimensionar e girar são algumas das opções para dar mais personalidade e estilo às suas criações. O recurso funciona inclusive em telas sensíveis ao toque.
A pesquisa de fontes também é outro recurso que promete mais agilidade na hora de selecionar o tipo perfeito para usar em sua ilustração. Agora, em vez de navegar em menus extensos em busca da fonte desejada você apenas começa a digitar o nome daquela que procura em um menu específico.
Em breve, o Creative Cloud vai contar com um sistema de sincronização de fontes a partir das nuvens. Assim, você consegue acessar o vasto banco de dados de fontes do Adobe Typekit independente do local em que esteja.
Recursos para pincéis
Os pincéis também ganharam novidades no novo Illustrator e agora você pode usar uma imagem como molde para o pincel. É possível aplicar uma imagem vetorial a pincéis artísticos, de padrão e de dispersão. Desse jeito, você cria aspectos gráficos complexos de um jeito muito mais simples do que fazia antes, sem precisar manipular imagens em forma de camada.
Outra novidade é a presença de cantos arredondados para pincéis padrões, que permite a obtenção de padrões desejados sem etapas adicionais. Assim, você cria os pincéis e os cantos são gerados automaticamente.
Configurações sincronizadas
Mais um recurso direto das nuvens do Adobe Illustrator CC é a sincronização das configurações do programa. É normal que você tenha definições pessoais que aplica em um programa para tornar o uso mais simples às suas necessidades, então, a Adobe oferece a sincronização destas configurações para que você use exatamente o mesmo programa independente do local em que faz isso.
Inserção de vários arquivos
A inserção de vários arquivos no Adobe Illustrator CC foi outro recurso aprimorado. Agora, você importa diversos itens ao mesmo tempo por meio do novo recurso de controle, definindo local e dimensionamento deles. Você conta com miniaturas para identificar cada arquivos antes de usá-los.
SEJA UM ALUNO MCTECH TATUAPÉ E DOMINE ESTA INCRÍVEL FERRAMENTA !!!
SEJA UM ALUNO MCTECH TATUAPÉ E DOMINE ESTA INCRÍVEL FERRAMENTA !!!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O QUE FAZ UM WEB DESIGNER ???
09:34
Unknown
O que faz um Web Designer? Se interessa pela área, quer trabalhar em uma agência mas não sabe o que faz um profissional do web design?









1 – Web design e Design gráfico são coisas diferentes?
Tomate é fruta, mas serve como legume? É, até serve... (foto: SXC)
Sim, web design e design gráfico são bastante diferentes um dos outros por diversos fatores. Exemplos:
- Design gráfico trabalha com medidas e resoluções bem distintas das usadas no web design;
- Quando um web designer faz uma arte, ele deve planejar algo que não comprometa a visualização em computadores e conexões mais precárias, além da resolução do monitor (barra rolagem inferior é um incômodo e tanto para o usuário);
- Web design também é usabilidade. A ideia é que o visitante do seu site navegue por ele, então o web designer deve projetar algo amigável para navegação e leitura;
- Designers gráficos não sabem codificar. Um web designer precisa entender esta parte, pois muita coisa que funciona no impresso não funciona na web, que conta com padrões html, css e tudo mais;
- Dentre outras coisas que só postas em prática para entendermos as diferenças…
Em minha experiência em agências, posso chutar que em 98,3% das vezes que um designer gráfico faz um layout para um web designer/ programador transformar em site, o layout acaba voltando (ou terá adaptações internas) porque precisa de ajustes. Um exemplo clássico é que na maioria das vezes o layout chega em resolução 300dpi e cores CMYK, padrões de impressão. Na web, são 72dpi e RGB. Isso é fácil de se resolver. O ruim é quando o layout é muito grande, muito pesado ou conta com elementos impossíveis de se produzir de forma dinâmica.
Falei grego pra você? Bom, se eu me aprofundasse no assunto seria melhor fazer um post só sobre isso. A minha intenção agora é, de uma vez por todas, afirmar que design gráfico é diferente de web design e que, por favor, se possível, a não ser que haja muito estudo e bate papo, um não deve tentar fazer o trabalho do outro. Quase sempre será sinônimo de trabalho a mais.
Ah, eu não tenho “richa” com designers gráficos. Eu mesmo atuo nas duas áreas, de certa forma, o que me dá mais segurança quando afirmo que são coisas distintas.
2 – Atendimento, pesquisa, briefing…
Qual é o caminho certo? (foto: SXC)
Você é tímido, não tem jeito com as palavras? Se quiser se destacar na área, é melhor deixar a vergonha de lado! Contato direto com o cliente é fundamental para um bom trabalho, afinal, para um serviço ser satisfatório (não só para o cliente, mas para você e principalmente para os usuários do site), você precisa pegar o que o cliente falou e traduzir aquilo em trabalho.
Na 2nd, por exemplo, além de participar de reuniões com clientes e dar suporte por telefone/e-mail, também contribuo no desenvolvimento da proposta. A melhor forma de prestar o melhor serviço é, literalmente, se colocar no lugar do cliente e das pessoas que vão usar o projeto do cliente. E como fazer isso? Conversando, brifando, pesquisando…
E o que diabos é briefing? Basicamente um coletadão de informações relevantes que o cliente oferece para o projeto. O que ele precisa? Pra quê? Pra quem? Por quê?
Para facilitar a criação de sites e blogs, eu criei um formulário de briefing para quem está interessado em meusserviços de web design. Dá uma olhada lá pra ter uma ideia do que é necessário coletar de informação com o cliente para fazer um briefing completo. Mais dúvidas surgirão no meio do caminho, normal.
Importante: Essa parte de briefing normalmente é para free-lancers, gerentes de projetos ou diretores da agência. Geralmente o que vai chegar na mesa do web designer é o projeto finalizado, então o trabalho será mais de pesquisa e bater um papo com o cliente no decorrer da criação.
3 – Criação (wireframe, layout, logos, banners…)
Lápis - Um fiel companheiro. (foto: SXC)
A parte que todo mundo quer fazer, mas quando entra na área percebe que não é bem assim. É claro, rola criação, mas web design não é só isso.
Em algumas agências grandes há setores de web design. Um fazia só o design, o outro fazia só animações, o outro só codificava e por aí vai. Bom, eu acompanho vários sites que divulgam vagas de web design e o que eu percebo é que a cada dia que passa o web designer precisa ter um vasto conhecimento e prática.
O que eu mais vejo sendo solicitado para web designers hoje em dia: design, web standards (xhtml, css, semântica etc), flash, action script, CMS (wordpress, joomla), SEO, javascript/jquery, mobile, crossbrowser, noções de php e cada vez mais html5 e css3.
Sim, noções de PHP, até porque cada vez mais o web designer vem se aproximando do programador, o que, de certa forma, melhora a dinâmica do grupo. Não vou mentir: Eu mesmo sei muito pouco de javascript/jquery e flash, além de não saber NADA de action script. E aí? Bom, nesse caso, é questão de foco: Eu sou um web designer cujo trabalho é focado em web standards, wordpress, conteúdo e SEO. Ou seja, meu foco é pós-criação, mas eu também crio.
É bom saber bastante coisa? De certa forma, sim. O ideal é ter um foco em algo específico e noção em coisas que estão em volta. É o meu caso. Como eu disse acima, numa agência grande, geralmente cada web designer é mais focado em alguma coisa. O importante neste caso, acima de tudo, é ter um diferencial.
4 – Codificação
Apesar de o HTML5 estar logo ali, o XHTML segue firme e forte! (foto: SXC)
Essa é a parte que mais me “entretém” no web design. Estou sempre estudando, fazendo testes e a cada dia eu descubro uma coisa nova, o que é essencial.
Um web designer precisa ter fortes noções de web standards (normas para web). A meu ver, o essencial é dominar xhtml, css e semântica. O resto aqui é diferencial.
Ah sim, tableless não é “a mesma coisa que” web standards. O segundo é um conjunto de normas, e tableless, de certa forma, faz parte delas, apesar de ter um nome contraditório: tables não “morreram”, elas são usadas sim. Mas apenas para, literalmente, tabelas, e não para o site inteiro como era feito antigamente. Há uma tag específica para cada coisa, isso é semântica – ou seja, não adianta ficar usando várias divs também.
Por fim, ter noções de HTML5, CSS3 e JavaScript/JQuery é ter um passo a frente. Por pouco tempo, já que logo logo isso será obrigação também.
5 – Animação
O Flash não morreu! (foto: SXC)
Sim, Flash e coisas do tipo. É fato que este vem sendo um item descartado da lista de coisas primordiais que um web designer deve, ao menos, ter noção. Culpa da Apple? Isso é outra história!
Bom, de fato o Flash não é uma boa opção para sites, mas serve para banners, hotsites e por aí vai. Flash não vai morrer, ele simplesmente vai conhecer qual é o seu lugar.
6 – Programação
Opa! Programação? Não tá errado isso, não?! (foto: SXC)
Noções de PHP são sempre bem-vindas, já que um web designer vai precisar fazer algumas manutenções em páginas dinâmicas vez ou outra e saber o que está acontecendo no código é uma boa forma de ser produtivo. Mas não precisa correr atrás de um curso de PHP: Trabalho em equipe está aí pra isso. Eu aprendi muita coisa fuçando e conversando com os programadores. Se você é novo na área e tem essa oportunidade, aproveite. Se acha válido – e é – se aprofundar um pouco mais na linguagem (que não obrigatoriamente precisa ser PHP), procure um bom curso!
WordPress requer noções básicas de PHP, por exemplo, e dominar bem este CMS é um diferencial bacana e cada vez mais requisitado. O melhor de tudo é que é divertido.
7 – Manutenção
Sim, vez ou outra você vai ter de voltar lá pra dar um tapa. (foto: SXC)
Como já citei algumas vezes acima, um web designer também faz manutenção de sites. Desde trocar um link no menu, atualizar um conteúdo e até mesmo mudar algo em uma ferramenta dinâmica (daí as noções de PHP ou de outra linguagem, como JavaScript). Muitas vezes você precisa parar o que está fazendo AGORA porque um cliente desesperado precisa colocar um banner no topo do site pra ontem.
Se você é novo na área, provavelmente vai cair muita coisa do tipo no seu colo. Sempre é meio chato, mas nem tudo é maravilhoso sempre, mesmo.
8 – Refação
O horror! (foto: SXC)
Dizem por aí que o cliente sempre tem razão. Eu discordo e você vai discordar, mas, acredite, não há muita escolha. Por mais que você argumente, por mais que você seja o cara que estudou, pesquisou e respira internet, o cliente (e muitas vezes outros colegas de trabalho, a mulher, o primo de terceiro grau e o motoboy que tem preguiça de fazer a barba) vai bater o pé e pedir por uma alteração que faria uma hiena parar de sorrir.
Sim, só satirizando pra desestressar. Refações sempre vão existir e quase sempre serão absurdas. Uma coisa que eu aprendi na Escola Panamericana de Artes é que nós somos barrigas de aluguel: Somos nós quem criamos o trabalho, mas é o cliente que vai “fazer o que quiser” com ele. Alguns casais obrigam a barriga de aluguel a fazer uma dieta, ouvir algum tipo de música etc. Nós também precisamos nos desdobrar muitas vezes, e lá na frente o resultado final pode acabar sendo o que a gente não queria. (Re)Fazer o quê?!
Sim, argumentar é fundamental. Você deve mostrar para o cliente (ou para o seu chefe – sim, eles também pedem refações!) o por que de aquela ser a melhor solução para eles. Mas respire fundo: Dizem por aí que o cliente sempre tem razão…
9 – Quanto ganha um web designer?
Milhares e milhares de euros!!!11 (foto: SXC)
Parece que depende da região. De resto, varia de experiência e de empresa. Pelo que vejo por aí a média é de R$ 800,00 a R$ 3,000, mas já vi gente que ganha R$ 10000,00.
Dica importante: preocupe-se primeiro com sua experiência antes de preocupar-se com o salário. Não adianta pensar “nossa, mas eu trabalho muito, eu devia ganhar um aumento” – e se você trabalha muito porque, na verdade, não está dando conta? Precisamos ser realistas, também. Não dá pra pedir um aumento expressivo em uma agência pequena. O ideal é parar e pensar bastante sobre o assunto, levando também em consideração que, se você ganha pouco, não deixa de ser um investimento: As empresas não crescem sem o esforço de quem está dentro delas. Se há perspectiva de crescimento, corra atrás. Se não há, corra!
E então, o que um web designer faz?
De tudo um pouco? Depende. O importante é que vocês tenham em mente uma coisa: Ter conceito é LEI. Web design não é fazer layouts bonitinhos, não é caçar ícones legais, não é passar o dia inteiro num banco de imagens gratuito. Tudo requer estudo, cada caso é um caso e cada público é único.
Se você se interessou pela profissão, faça o melhor curso de web designer do Brasil, faça o curso iWeb na McTech Tatuapé !!!
A evolução já começou, faça parte dela. Seja um aluno McTech Tatuapé !!!
Fonte: http://fabiolobo.com.br/10-coisas-que-um-web-designer-faz.html
Se você se interessou pela profissão, faça o melhor curso de web designer do Brasil, faça o curso iWeb na McTech Tatuapé !!!
A evolução já começou, faça parte dela. Seja um aluno McTech Tatuapé !!!
Fonte: http://fabiolobo.com.br/10-coisas-que-um-web-designer-faz.html









