Dirigido por Ridley Scott ("Blade Runner", "Gladiador"), o comercial foi ao ar no dia 22 de janeiro de 1984 durante o Super Bowl, a final de futebol americano, uma das maiores audiências da televisão norte-americana. A peça, inspirada no livro "1984" de George Orwell, apresenta uma teletela, nome usado no livro para uma tela onde o Grande Irmão "olhava o povo", e pessoas hipnotizadas pelo discurso. Uma rebelde lança um grande machado no monitor e a mensagem que entrou para a história aparece: "no dia 24 de janeiro, a Apple lançará o Macintosh e você verá porque 1984 não se parecerá com '1984'". (Assista ao vídeo)
Com diversas versões que foram ao ar ao longo dos anos, o comercial trazia os atores Justin Long e John Hodgman, o Mac e o PC, respectivamente, que parodiavam a complicação de usar o PC em comparação com o Mac, sempre descolado. Assim, a propaganda falava que os Macs não tinham vírus, que saiam da caixa prontos para usar e que eram compatíveis com diversos periféricos. Até a modelo Gisele Bündchen participou de um comercial, representando "um vídeo" feito em um Mac. (Assista ao vídeo com Gisele Bündchen; do PC 'lotado de arquivos e mais lento' e do 'PC com vírus')
Em mais um comercial para alfinetar o sistema operacional da Microsoft, dois homens passam "três dias" tentando fazer uma impressora funcionar. Eles tentam de tudo, digitam códigos, consultam o manual e não conseguem imprimir uma única página. Uma mulher pergunta no que eles estão enrolados há três dias. "Estamos configurando tudo para sermos mais produtivos", dizem. "Se ficarem mais dias aí vamos ter que declarar falência", fala a mulher. (Assista ao vídeo)
Para tentar mostrar a facilidade de utilizar um computador Mac, a Apple apresentou um comercial do iMac com "três passos" para se conectar na internet. O primeiro era conectar o computador na tomada; o segundo era conectar o cabo de rede (ou da linha de telefone) no plug da parede; e o terceiro não existia, bastava ligar o computador e navegar. No final, a imagem do iMac com poucos cabos fazia um contraponto com os PCs da época, repleto de fios. (Assista ao vídeo)
Para o iPod, a Apple usou dançarinos que apareciam como sombras e o aparelho e os fios do fone de ouvido em destaque na cor branca em diversos comerciais. Com músicas de artistas famosos como Daft Punk, Wolfmother, U2 e Coldplay, ele divulgava a ideia de mobilidade do tocador de músicas e a capacidade de poder escutar as músicas de seus artistas favoritos em qualquer lugar. (Assista do vídeo com Daft Punk, com U2 e com Coldplay).
A Apple quis que estudantes que usavam PCs migrassem para os Macs e utilizou Ellen Feiss, uma estudante de 14 anos que reclamava do PC do pai que dava problemas. "Eu estava digitando um texto enorme quando, 'pi, pi, pi, pi, pi', perdi tudo. Tive que escrever tudo de novo e rápido, e não ficou tão bom quanto antes".
Em 2002, quando o comercial foi veiculado, especulou-se que a garota estava sob influência de drogas por
conta do modo no qual ela fala e dos
olhos avermelhados. (Assista ao vídeo)
O pai convida o filho para ver dinossauros no PC e coloca um CD-Rom no computador. Em seguida ele tenta configurar o drive, acessa o DOS enquanto a criança fica perguntando se já pode ver os bichos. No final, o menino está colocando o casaco e o pai pergunta, "onde você vai?".
A criança diz que vai no vizinho porque ele têm um Mac. (Assista ao vídeo)
Antes da parceria de Apple e Intel, que fornece os processadores atuais dos Macs, a companhia de Steve Jobs quis mostrar que o processador Power Mac G3 era duas vezes mais rápido que o Pentium II.
Para isso, usou um caracol que carrega o processador, aludindo à velocidade do molusco. (Assista ao vídeo)

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